
Richard se torna um peão relutante no complô da Mord'Sith Denna para controlar o trono desocupado pela morte de Darken Rahl.
Sem palavras. Não dá para ficar de outro jeito depois de Resurrection, o divisor de águas da segunda temporada de “Legend of the Seeker”. Se até aqui a temporada havia se equilibrado entre episódios bons e razoáveis, agora ela alcançou seu ápice. Denna está de volta, e trouxe consigo uma trama fantástica, cheia de ação, reviravoltas de virar a cabeça, e vários elementos da mitologia da série. Curiosamente (ou não), a primeira temporada só deslanchou depois que ela apareceu, e o mesmo pode acontecer com a segunda. Outra qualidade de Resurrection foi o desenrolar da trama. Tudo aconteceu bem rápido, realmente, mas nada tão acelerado quanto Marked ou Touched. Foi num ritmo legal, que deu tempo de desenvolver bem todas as histórias sem deixar nenhum personagem de lado – nem mesmo Kahlan, que andava meio apagada. Aliás, por falar em Kahlan, o roteirista Mike Sussman criou um jeito bem bacana de trazer sua irmã Dennee de volta. Já é a trocentésima vez que ela morre e desmorre, mas, quando isso acontece, acaba soando divertido, e não forçado. Adorei a participação de Gina Holden (Lucinda/Dennee), e espero que ela apareça mais na série. Também gostei muito da história das ressurreições, dos espíritos, e também das trocas de corpos, e como elas se encaixaram bem na história principal. Especialmente quando Denna revela seu grande plano, colocando o espírito do General Grix no corpo de Richard e usando-o para conquistar o trono de D’Hara – aliás, isso é algo que a série estava precisando citar, uma vez que qualquer lugar precisa de um governante, e ver Midlands tão pacífica mesmo sem um rei estava ficando bem forçado. E tudo isso começou com a cena de ação mais fantástica de toda a série. Perfeito.
Ponto alto: Dá até pena de citar apenas um ponto alto do episódio, mas ver Cara X Denna, e Kahlan X Richard foi simplesmente demais. Especialmente quando Kahlan prova mais uma vez seu amor pelo Seeker, matando-o. De cortar o coração – literalmente.
Nota: 9,5
P.S.: Desculpem se o review ficou um pouco corrido, mas é que eu me esforcei para escrever todas as minhas impressões sobre o episódio no menor espaço possível. Espero que entendam.